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	<title>historias que vem do coração</title>
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	<description>um mundo por descobrir</description>
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		<title>o anjo da destruição segunda e ultima parte</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 22:05:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>icieWind</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta suplicou ao Anjo que poupa-se Dracul, para lhe aliviar a sentença. Comovida com as lágrimas da Donzela a mulher cessou fogo. O arco e a flecha voltaram a ser a flauta dourada. “Não te matarei Vlad Dracul mas farei com que jamais faças mal a alguém.” Disse o Anjo. Tocando uma bela melodia Dracul [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta suplicou ao Anjo que poupa-se Dracul, para lhe aliviar a sentença.</p>
<p>Comovida com as lágrimas da Donzela a mulher cessou fogo.</p>
<p>O arco e a flecha voltaram a ser a flauta dourada.</p>
<p>“Não te matarei Vlad Dracul mas farei com que jamais faças mal a alguém.” Disse o Anjo.</p>
<p>Tocando uma bela melodia Dracul sentiu uma enorme dor, o seu corpo todo estava a mudar radicalmente.</p>
<p>As suas mãos eram agora patas de garras grossas, as suas orelhas eram grandes e peludas, a sua face era agora um focinho comprido com dentes afiados como laminas, Dracul tinha sido transformado num lobo.</p>
<p>Viu a sua Donzela chorar, pedindo-lhe que leva-se uma boa vida.</p>
<p>Dracul desmaiou, apenas viu escuridão e os olhos vermelhos como o sangue e a voz dizendo: “tens uma nova oportunidade Vlad Dracul”.</p>
<p>A aurora rompeu a escura noite, Dracul acordou.</p>
<p>“Terei sonhado?”-pensou Dracul.</p>
<p>Não, ainda eram um animal.</p>
<p>Horrorizado pelo seu aspecto, o tirano mutilou os corpos que se encontravam há sua volta.</p>
<p>Confuso e revoltado, Dracul fugiu para a floresta.</p>
<p>As árvores abanavam ao sabor do vento Dracul estava deitado no chão olhando para o céu.</p>
<p>Mas não parava de pensar na sua amada.</p>
<p>“As tuas lágrimas serão vingadas meu amor” pensou Dracul.</p>
<p>“Não é por estar assim que irei desistir do meu prazer” gritou furioso aos céus.</p>
<p>Assim Dracul aperfeiçoou a técnica de andar sobre duas patas e alguns hábitos humanos, mas a sua natureza maliciosa pedia sangue, dor e vingança.</p>
<p>Dracul decide então caçar humanos dando assim origem há lenda do lobisomem.</p>
<p>Passaram 5 anos desde a transformação de Dracul, o nível de mortes aumentara.</p>
<p>Aldeões abandonaram suas casas pensando que a sua amada Pensilvânia estava amaldiçoada.</p>
<p>Todas as luas cheias Dracul invadia as aldeias uivando e murmurando.</p>
<p>As donzelas que estavam nos campos há luz lua cheia eram atraídas para a escuridão do bosque pelas belas palavras de Dracul ou os seus gritos de socorro.</p>
<p>A inocência e boa fé das pessoas era muitas das vezes a sua perdição.</p>
<p>Numa noite quente de verão uma criança cheia de sonhos brincava á porta de casa sobre o olhar atento de sua mãe.</p>
<p>Num entanto a mulher teve de ir tratar do jantar e a criança escapara da sua vigia.</p>
<p>Brincava com uma bola contente e muito divertida por azar do destino a bola cai para o lado da floresta, mal sabia a pobre criança que no meio da escuridão os olhos negros de Dracul observavam-no.</p>
<p>Como qualquer menino este correu atrás da bola entrando assim na floresta escura.</p>
<p>Dracul uivou alto para dar a conhecer a sua presença. O coração da mulher parou ao ouvir o uivado e vendo o lugar do menino vazio, correu para a porta chamando-o receando o pior.</p>
<p>No meio da floresta Dracul caminhava lentamente em direcção ao rapaz os olhos dele estavam recheados de ódio e rancor.</p>
<p>Com terror nos olhos o rapaz decide correr para a aldeia de onde a sua mãe gritava com medo, mas Dracul era mais rápido.</p>
<p>O menino decide então trepar a uma arvore mas num entanto cai, nesse momento Dracul prepara-se para saltar de modo a matar o pequeno.</p>
<p>Nesse momento uma sobra negra leva o rapaz para a árvore ao lado.</p>
<p>Lá estava ela, linda e de olhar impiedoso o Anjo da Destruição.</p>
<p>Frente a frente os dois se olham com ódio, assustado o menino olha para o anjo mas como era inocente conseguia ver o lado doce do anjo e assim já não sentia o medo.</p>
<p>“Foste longe de mais Vlad, não te perdoarei por todos estes anos de sofrimento que causas-te” disse o anjo empunhando a sua flauta de fogo.</p>
<p>Foi então que uma luz branca percorria o bosque, era o espírito da sua donzela.</p>
<p>Ao chegar ela depara-se com o confronto, o anjo ordenou-lhe que esta leva-se a criança de volta á sua família em segurança.</p>
<p>“Agora nós Vlad, vou-te dar a oportunidade de te defenderes”. Voltou a tocar a mesma melodia que transformou Dracul num lobo.</p>
<p>De volta á sua forma original dá-se assim a batalha final. Transformando a sua flauta numa espada o anjo e Dracul começam a lutar.</p>
<p>Dracul era adversário para o anjo embora os seus esforços tenham sido em vão.</p>
<p>Depois de uma luta renhida Dracul acaba de novo suspenso no ar pelos tentáculos do anjo.</p>
<p>Tentava soltar-se contorcia-se gritava de raiva, a sua amada corria de volta para a tentativa de salvar Dracul.</p>
<p>Ao chegar ao local da luta ela vê o anjo a mirar com o arco de fogo o coração do amado.</p>
<p>Demasiado tarde a flecha já trespassara o coração de Dracul, deixou-o cair no chão frio.</p>
<p>“Meu amor, não…” dizia a donzela acariciando o seu rosto.</p>
<p>“Eu queria tanto ver-te de novo, não queria ver-te a chorar.” disse Dracul segurando a mão da sua amada.</p>
<p>O anjo assistia á cena de cabeça baixa e olhar fixo no chão disse baixo “lamento”.</p>
<p>No beijo de despedida entre Dracul e a sua eterna amada o coração de ambos se enche de tristeza pensando ser esta a despedida.</p>
<p>Estendendo a mão o anjo sopra um pó brilhante sobre ambos.</p>
<p>“Um coração que reconhece o verdadeiro amor não pode ser totalmente malicioso.” Assim o espírito de Dracul é libertado.</p>
<p>Caminhando com a sua amada pelo braço este agradece ao anjo com uma vénia tal como um verdadeiro cavalheiro que era.</p>
<p>Assim se dirigem para a luz da eterna lua felizes.</p>
<p>Tocando a sua doce melodia o anjo desaparece por entre a folhas do vento reaparecendo assim no cimo do monte com as suas belas asas abertas, sentindo o vento no rosto.</p>
<p>Ela ainda vagueia pelo mundo se escutar-mos o vento com atenção poderemos ouvir a sua doce melodia.</p>
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		<title>o anjo da destruição primeira parte</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 23:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>icieWind</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O Anjo da Destruição Estamos no ano de 1344 na cidade de Pensilvânia. Esta é a lenda do Anjo da Destruição, uma criatura poderosa, metade anjo metade demónio. Esta criatura é temida entre os mortais. Será da luz, da escuridão? Ninguém sabe ao certo, dizem que é uma alma perdida vinda do nada. Há quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">O Anjo da Destruição</p>
<p style="text-align: left">Estamos no ano de 1344 na cidade de Pensilvânia.</p>
<p style="text-align: left">Esta é a lenda do Anjo da Destruição, uma criatura poderosa, metade anjo metade demónio. Esta criatura é temida entre os mortais.</p>
<p style="text-align: left">Será da luz, da escuridão?</p>
<p style="text-align: left">Ninguém sabe ao certo, dizem que é uma alma perdida vinda do nada. Há quem diga que é a ultima esperança do mundo, que irá remediar o que está errado tornando assim o mundo puro de novo. No reino de Pensilvânia, num sombrio e enorme castelo habita o poderoso conde Vlad, que adoptara o apelido de Dracul, cuja sua amada mulher sofria de uma grave doença.</p>
<p style="text-align: left">Junto do seu leito Vlad rezava pela cura e bem-estar da sua amada. Num entanto numa manhã fria de Inverno os olhos puros do seu grande amor se cerraram para sempre.</p>
<p style="text-align: left"> Revoltado e com o coração magoado pela dor que a morte da sua Donzela causará, Dracul revolta-se contra os céus.</p>
<p style="text-align: left">Magoado com o destino um homem que fora em tempos apaixonado pela vida, tornara-se frio e malicioso.</p>
<p style="text-align: left">A loucura da perda da sua Donzela fizera-o cometer os mais horrorosos crimes. Procurando vingança contra os Deuses.</p>
<p style="text-align: left">Consumido pelo ódio, Dracul só pensava em morte e sofrimento.</p>
<p style="text-align: left">Empalar pessoas era o seu castigo predilecto.</p>
<p style="text-align: left">Empalar consistia em espetar um grande tronco no fundo das costas, este saía pela boca partindo os ossos das vitimas.</p>
<p style="text-align: left">As suas vítimas sofriam, gemiam, gritavam e choravam com dores.</p>
<p style="text-align: left">Dracul adorava o som do sofrimento, comia descansado assistindo aquele horrível espetaculo. O cruel Dracul já não tinha qualquer compaixão.</p>
<p style="text-align: left"> </p>
<p style="text-align: left">Mulheres choravam, homens e crianças gritavam de desespero pois o seu soberano era um monstro.</p>
<p style="text-align: left">Enquanto Lorde Dracul passeava no campo viu um homem a trabalhar com as suas vestes rasgadas. Dracul perguntara ao homem se era casado e este respondeu que sim.</p>
<p style="text-align: left">O homem com medo de acabar empalado levou Dracul a sua casa como este o tinha ordenado.</p>
<p style="text-align: left">Dracul perguntou há mulher do camponês se esta se encontrava bem de saúde e se as colheitas tinham sido boas.</p>
<p style="text-align: left">A mulher com toda a delicadeza respondeu que sim. Foi então, que para espanto da família Dracul decide empalar a mulher.</p>
<p style="text-align: left">As razões para tal crime foi que ela não cuidava do marido como deve de ser visto que este tinha as suas vestes rasgadas.</p>
<p style="text-align: left"> O tirano ditou a sua sentença. A filha do casal que ouvira a conversa escondida em seu quarto ajoelhou-se aos pés de Dracul chorando, pedindo ao tirano que poupa-se a sua mãe.</p>
<p style="text-align: left">Toda a família chorava pedindo a Dracul para poupar a mulher mas o seu coração frio não voltou a trás.</p>
<p style="text-align: left">Assim a mãe de família e amada mulher foi empalada em publico para servir de exemplo.</p>
<p style="text-align: left">“Monstro a tua hora vai chegar” pensou a jovem rapariga ao ouvir os gritos de sua mãe.</p>
<p style="text-align: left">Há noite enquanto toda a família preparava o funeral, a jovem deitada no chão da praça, abraçava a sua mãe que agora estava fria. A jovem chorava, as suas mãos estavam cobertos de sangue de sua mãe.</p>
<p style="text-align: left">Com ódio e tristeza no coração a jovem pediu a Deus que olha-se por sua mãe.</p>
<p style="text-align: left">Com o olhar virado para a lua pediu também que algo para trava-se o reinado de terror de Dracul.</p>
<p style="text-align: left">Nesse momento, no cimo do monte onde a lua brilhava apareceu um vulto, um anjo com grandes asas a tocar flauta. Uma doce melodia que podia acalmar a mais perigosa das feras.</p>
<p style="text-align: left">Os seus olhos eram vermelhos como o sangue, delicado e belo, aparentava ser uma mulher pelas suas curvas suaves e cabelos longos.</p>
<p style="text-align: left">“As tuas preces foram ouvidas jovem, a loucura de Dracul irá acabar amanha á luz da lua cheia”.</p>
<p style="text-align: left">A aurora rompeu a fria noite, Dracul preparava-se para mais um dia de sofrimento.</p>
<p style="text-align: left">Mais um dia mais vitimas, 3 pobres embaixadores que não retiraram o chapéu em sua presença pois estes eram estrangeiros.</p>
<p style="text-align: left">Dracul para lhes dar uma lição mandou os seus guardas pregar os chapéus ás cabeças dos pobres homens. Sem qualquer emoção o tirano mais uma vez apreciava o espectáculo.</p>
<p style="text-align: left">A noite chegou, Dracul estava a jantar na sala de jantar, um grande banquete para si mesmo.</p>
<p style="text-align: left">Há sua volta a sala estava repleta de corpos de suas vítimas. Cujas famílias não conseguiram recuperar.</p>
<p style="text-align: left">De repente Dracul escuta uma doce melodia, parecia ser tocada por anjos.</p>
<p style="text-align: left">Olhando para a lua, a doce melodia parecia estar cada vez mais perto.</p>
<p style="text-align: left">De súbito a surgir das profundezas do corredor escuro do palácio de Dracul, uma mulher de asas negras avançava em sua direcção tocando uma flauta que brilhava como o fogo.</p>
<p style="text-align: left">“Quem és tu mulher? Como te atreves a entrar sem pedir?”, perguntou o conde Dracul.</p>
<p style="text-align: left">Não obteve qualquer resposta, apenas a melodia.</p>
<p style="text-align: left">Numa tentativa de obter resposta Dracul empunha a sua temível espada.</p>
<p style="text-align: left">Abrindo os seus olhos a mulher pára a musica, sorri e com a sua doce voz diz: “foste longe de mais, a tua loucura acaba aqui”.</p>
<p style="text-align: left">Dracul riu, “que pensas que és? Guardas empalem essa louca criatura.” Ninguém respondeu ao seu chamado, Dracul estava só.</p>
<p style="text-align: left">“Muito bem, faço-o sozinho” – Dracul avançou de espada em punho contra a delicada criatura.</p>
<p style="text-align: left">Ela estendeu a mão.</p>
<p style="text-align: left">Dracul ficou estático, não conseguia mexer qualquer músculo, deixou assim cair a espada.</p>
<p style="text-align: left">“estão agora livres meus amigos” disse ela.</p>
<p style="text-align: left">De repente os corpos das vitimas, ensanguentados levantam-se dirigindo-se ao cruel assassino.</p>
<p style="text-align: left">Todos riem com alegria e alivio e agradeceram há bela mulher.</p>
<p style="text-align: left">Caíram de novo no chão, “agora és tu Vlad Dracul” disse o anjo empunhando a sua flauta.</p>
<p style="text-align: left">As suas asas negras transformaram-se em tentáculos negros e ensanguentados.</p>
<p style="text-align: left">Os seus olhos vermelhos como o sangue fitaram Dracul, ele sentiu o medo.</p>
<p style="text-align: left">Tentou lutar contra ela mas os seus tentáculos agarraram os seus braços e as suas pernas. Dracul ficou suspenso no ar por cima dela.</p>
<p style="text-align: left">A bela mulher estendeu a sua delicada mão, a sua flauta começou a arder intensamente transformando-se num arco de fogo, na outra mão surgiu-lhe uma flecha.</p>
<p style="text-align: left">Ela fez mira para o gélido coração de Dracul, estava pronta para dar o golpe final.</p>
<p style="text-align: left">De repente um espírito puro rompeu pela sala metendo-se á frente da Dracul.</p>
<p style="text-align: left">Era a sua Donzela que falecera.</p>
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		<title>Hello world!</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 23:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>icieWind</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ola a todos os posiveis leitores. este blog destina-se apenas a contar as historias que me vão no coração. leiam e comentem sim? poderao tambem aceder ao meu blog pessoal miudamia.blog.com]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ola a todos os posiveis leitores. este blog destina-se apenas a contar as historias que me vão no coração.</p>
<p>leiam e comentem sim?</p>
<p>poderao tambem aceder ao meu blog pessoal</p>
<p>miudamia.blog.com</p>
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